Huertos productivos cultivados por mujeres negras en el asentamiento de Arizona/RN: materializando subjetividades y subjetivando el territorio.
DOI:
https://doi.org/10.36920/qwrqh714Palabras clave:
Huertos familiares productivos, Río Grande do Norte, Raza, Agricultura familiar, Asentamientos ruralesResumen
La ausencia de un debate racial en torno a los huertos familiares productivos nos llevó a preguntarnos: ¿interactúa la interseccionalidad de género, raza, clase y territorio con las dimensiones de los huertos familiares productivos cultivados por mujeres agricultoras en Rio Grande do Norte? Mediante un análisis interseccional-consustancial y los conceptos de Experiencia de Escasez (Milton Santos) y Contracolonialidad (Nêgo Bispo), se realizaron dos estudios, uno documental y otro de campo, en el asentamiento de Arizona, Touros/RN. Se observa que el cuarteto de género, raza, clase y territorio dinamiza e influye en la producción de agrobiodiversidad y en la (in)seguridad alimentaria y nutricional, y conforma los procesos de adaptación y experimentación. La relación con la agricultura se reproduce junto con el género y la raza en la subjetividad de las mujeres, y la raza y el género se reproducen y contradicen en sus trayectorias laborales. Además, la subutilización del potencial educativo de los huertos familiares de las mujeres agricultoras negras pone de manifiesto la necesidad de una valoración y un reconocimiento económico, político y educativo de sus formas de vida.
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